Como funciona uma arma de choque padrão

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Esqueça as explosões de Hollywood. Uma arma de choque convencional é surpreendentemente de baixa tecnologia. Parece uma lanterna. Funciona com baterias padrão de 9 volts. É isso. A magia acontece lá dentro.

A bateria alimenta um circuito com energia. Este não é apenas um laço de arame. É uma rede complexa de componentes projetados para fazer uma coisa: aumentar a tensão. Os transformadores aumentam a potência. Estamos falando de 20.000 a 150.000 volts. A amperagem cai, no entanto. Alta tensão, baixa corrente. Essa distinção é importante.

Um oscilador desempenha um papel fundamental. Ele flutua a corrente. Isso cria um padrão de pulso específico. A eletricidade não flui apenas; ele pulsa. Esse pulso carrega um capacitor.

O capacitor armazena a carga. Ele acumula energia potencial. Então ele libera tudo de uma vez. A energia viaja para os eletrodos. Estas são as “extremidades comerciais” do dispositivo. Duas pontas metálicas. Quando você os pressiona contra um alvo, a carga armazenada ultrapassa a lacuna. ZAP.

O mecanismo central depende do aumento da tensão para níveis extremos, mantendo a amperagem baixa, usando um oscilador para criar pulsos que carregam um capacitor para descarga imediata.

Este design existe há décadas. É simples porque não precisa ser complexo. Uma bateria de 9 volts é barata. Os transformadores são baratos. O resultado é um dispositivo que proporciona uma experiência chocante sem o perigo de corrente letal. É uma questão de controle. E dor. Danos não permanentes. Geralmente.

Como os eletrodos Taser fornecem tensão

A mecânica é brutalmente simples. Dentro do aparelho, você tem duas placas de metal que funcionam como eletrodos. Eles ficam no circuito com uma lacuna entre eles. Por causa dessa lacuna, há uma enorme diferença de tensão acumulada em ambos os lados. Está esperando por uma ponte.

Se você preencher essa lacuna com um condutor – digamos, o corpo do atacante – o circuito se fecha. Os pulsos elétricos não param simplesmente. Eles correm de um eletrodo para outro. Mas eles não seguem o caminho de menor resistência. Eles despejam eletricidade diretamente no sistema nervoso de tudo o que está no caminho.

Os pulsos elétricos tentarão passar de um eletrodo para outro, despejando eletricidade no sistema nervoso do atacante.

Não se trata de valor de choque. Trata-se de substituição. Os eletrodos externos forçam os sinais elétricos do corpo a entrar em curto-circuito. O controle muscular é substituído pelo sinal do dispositivo. É por isso que o alvo cai. A diferença de tensão é o motor. O condutor é o combustível. O sistema nervoso é a vítima.